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Análise de medidores de energia em CPI vai ter custo de R$ 72 mil

Atualizado: 5 de mai.


Orçamento apresentado pela Escola Politécnica (Poli) da USP (Universidade de São Paulo), instituição acreditada pelo Inmetro e que deverá fazer a aferição dos relógios medidores de energia da empresa, é de R$ 72 mil.


CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Energisa instaurada na Alems (Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul), deliberou durante reunião extraordinária na última terça-feira (3) sobre a troca de laboratório para aferição dos relógios medidores de energia, grande vilão entre os consumidores que acreditam haver possíveis erros de leitura do equipamento, o que justificaria discrepâncias nos preços praticados pela empresa.


Com isso, a data prevista para o reinício da coleta dos 103 medidores de energia elétrica ficou marcada para a próxima quinta-feira (5). Até o momento foram recolhidos 93 aparelhos que aguardam o recolhimento dos equipamentos restantes para serem enviados ao laboratório responsável pela averiguação. Foram sorteadas 200 residências para a coleta dos relógios.


Presidente da CPI, deputado Felipe Orro (PSD) e os demais membros da Comissão também solicitaram a prorrogação do prazo das investigações por mais 60 dias. Todos os pedidos apresentados durante a sessão ordinária foram aprovados por unanimidade pelos deputados membros do colegiado e aguardam aprovação da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa.


Agora, segundo Orro, é preciso aguardar o apoio da Mesa Diretora da Alems, “Definidos os pontos e aprovados os requerimentos apresentados na sessão extraordinária, agora é aguardar o apoio total da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa para que possamos dar respostas plausíveis aos consumidores do Estado”, disse.


Após dois anos de paralisação dos trabalhos devido à pandemia da Covid-19 e quase três anos de criação, a Comissão analisa medidores de energia que podem ter sido alterados e clientes supostamente lesados pelas cobranças indevidas.


A análise dos medidores deve confirmar ou não a alteração nos relógios. A princípio, a USP de São Carlos faria essa medição, mas a Energisa entrou com recurso na Justiça, por a Universidade não ter selo do Inmetro para o trabalho. Porém, a Justiça concedeu vitória para a CPI.


Com informações do Midiamax

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